faces

fóssil

Entre rochedos, sob um céu azul e imaculado, um homem procura,algo semelhante a fósseis, tal crânios de primatas, como lenho petrificado, uma vida estéril aos garimpos da angústia. Entre pedras a procura de um modo de existir alheio a vento e tempestade. Uma pesquisa entre pedras, este desejo de uma vida pétrea, a vida como um objeto inerte, de onde não nascem brotos, onde não minam lágrimas, não será pesquisa estéril? Este ideal de ser para ver, de ser para ser, pode ou apenas se promete?

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